Ruby Sparks – A Namorada Perfeita
Diretores: Jonathan Dayton, Valerie Faris.
Roteirista: Zoe Kazan.
Elenco: Paul Dano, Zoe Kazan, Annette Bening , Antonio Bandeiras.
Do que se trata?
O filme conta a história de um escritor chamado Calvin, um cara pouco sociável, que interage basicamente com seu cachorro Scotty e seu irmão Harry, que está em crise de criatividade depois de ter feito um único Best-Seller que está para se tornar um clássico da literatura americana. Ele então começa a sonhar com uma garota, e, por conselho do seu psicólogo, resolve escrever sobre ela. Eis que então, um dia, ela magicamente aparece no apartamento dele. Viva, falando, do jeito que ele escreveu. Depois de um pouco de resistência em aceitar o fato que sua personagem tinha ganhado vida, Calvin vê que não está enlouquecendo e que as outras pessoas também interagem com Ruby e começa um romance com aquela que ele considera ser a garota ideal.
Como realmente é?
É um retrato bastante honesto sobre como é a vida a dois. Sobre como as pessoas tentam moldar umas as outras num relacionamento e acabam esquecendo a parte mais importante sobre o parceiro: É uma pessoa, tem livre arbítrio.
O que eu achei?
É um dos meus filmes favoritos. O modo como ele fala sobre o amor e todas as outras coisas que vem junto, é simples e impressionantemente verdadeiro. Harry diz a Calvin no começo do filme :“Escreva sobre o que você sabe, e você não sabe nada de como estar num relacionamento” , o que naquele momento era verdade. O filme mostra a ele ( e consequentemente a nós) o que realmente é uma vida em casal. O começo onde tudo é ás mil maravilhas, onde os dois são perfeitos e feitos um pro outro. Depois, a descoberta daquelas coisas no outro que começam a nos incomodar, e então pensamos que podemos mudar ela. Esquecemos que se mudarmos a pessoa, ela deixa de ser aquela pela qual nos apaixonamos.Todos nos filmes estão completamente entregues aos personagens, e a química do casal principal é ótima. Acho que nessa nova onda de filmes românticos “indie” esse é um dos melhores, ao lado de “(500) Dias com Ela”. O bom deles é que são bem honestos, sem serem piegas e sem deixarem de ser otimistas. Além de falar sobre relacionamentos, o filme fala também é meio meta, falando das dificuldades de se escrever uma segunda obra quando a primeira foi um sucesso tão estrondoso, de como não é fácil se manter humilde quando todos a sua volta te chamam de gênio entre outras coisas. Na minha opinião, é um filme que deve ser visto e revisto sempre que der.
Em uma nota?
10.0- Daria até mais.
Diretores: Jonathan Dayton, Valerie Faris.
Roteirista: Zoe Kazan.
Elenco: Paul Dano, Zoe Kazan, Annette Bening , Antonio Bandeiras.
Do que se trata?
O filme conta a história de um escritor chamado Calvin, um cara pouco sociável, que interage basicamente com seu cachorro Scotty e seu irmão Harry, que está em crise de criatividade depois de ter feito um único Best-Seller que está para se tornar um clássico da literatura americana. Ele então começa a sonhar com uma garota, e, por conselho do seu psicólogo, resolve escrever sobre ela. Eis que então, um dia, ela magicamente aparece no apartamento dele. Viva, falando, do jeito que ele escreveu. Depois de um pouco de resistência em aceitar o fato que sua personagem tinha ganhado vida, Calvin vê que não está enlouquecendo e que as outras pessoas também interagem com Ruby e começa um romance com aquela que ele considera ser a garota ideal.
Como realmente é?
É um retrato bastante honesto sobre como é a vida a dois. Sobre como as pessoas tentam moldar umas as outras num relacionamento e acabam esquecendo a parte mais importante sobre o parceiro: É uma pessoa, tem livre arbítrio.
O que eu achei?
É um dos meus filmes favoritos. O modo como ele fala sobre o amor e todas as outras coisas que vem junto, é simples e impressionantemente verdadeiro. Harry diz a Calvin no começo do filme :“Escreva sobre o que você sabe, e você não sabe nada de como estar num relacionamento” , o que naquele momento era verdade. O filme mostra a ele ( e consequentemente a nós) o que realmente é uma vida em casal. O começo onde tudo é ás mil maravilhas, onde os dois são perfeitos e feitos um pro outro. Depois, a descoberta daquelas coisas no outro que começam a nos incomodar, e então pensamos que podemos mudar ela. Esquecemos que se mudarmos a pessoa, ela deixa de ser aquela pela qual nos apaixonamos.Todos nos filmes estão completamente entregues aos personagens, e a química do casal principal é ótima. Acho que nessa nova onda de filmes românticos “indie” esse é um dos melhores, ao lado de “(500) Dias com Ela”. O bom deles é que são bem honestos, sem serem piegas e sem deixarem de ser otimistas. Além de falar sobre relacionamentos, o filme fala também é meio meta, falando das dificuldades de se escrever uma segunda obra quando a primeira foi um sucesso tão estrondoso, de como não é fácil se manter humilde quando todos a sua volta te chamam de gênio entre outras coisas. Na minha opinião, é um filme que deve ser visto e revisto sempre que der.
Em uma nota?
10.0- Daria até mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário