Direção: Joseph Kosinski.
Roteiristas: Joseph Kosinski, Karl Gajdusek e Michael Arndt.
Elenco: Tom Cruise, Morgan Freeman, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough.
Do que se trata?
Oblivion conta a história de Jack Harper (Tom Cruise), um homem que vive na Terra num futuro um pouco distante, devastada após a destruição da lua e de uma invasão alienígena que fora contida com bombas nucleares, destruindo a maioria dos invasores, mas deixando o planeta sem condições para se viver.
Ao lado de Victoria (Andrea Riseborough), sua companheira, tanto profissional quanto romanticamente, ele monitora e faz a manutenção de alguns drones de segurança que o planeta possui, programados para proteger estações que sugam o que resta das água do planeta, gerando energia para uma estação espacial chamada Tet (que comanda,monitora e auxilia o trabalho de Jack e Victoria, e recolhe sobreviventes humanos) e também para Titã, a maior lua de Saturno, onde os sobreviventes terráqueos passaram a viver.
Faltando apenas duas semanas para abandonar o planeta condenado, os dois enfrentam uma série de complicações, dezenas de eventos problemáticos, principalmente o surgimento de uma câmara com uma mulher que Jack andava sonhando(Olga Kurylenko), apesar de não se lembrar de como a conhece, já que as memórias dele e de Victoria foram apagadas com o objetivo de que eles não passassem informações aos “Saqueadores” (os alienígenas invasores que restaram. Eles sabotam os drones e as estações de sucção de água sem nenhum motivo aparente) e comprometer sua missão.
Como realmente é?
Um sci-fi bem pouco original. O visual lembra o trabalho anterior de Kosinski (Nos prédios e veículos, só que a presença massiva de cores neutras deixa bem mais sem graça que os de Tron- O Legado) e lembra também outros trabalhos de ficção científica, como o recente Prometheus , os antigos Planeta dos Macacos e Mad Max, além de outras mídias como a série de TV da NBC Revolution e o ainda inédito jogo The Last of Us ( No visual da terra devastada, pós destruição da Lua, invasão alienígena e holocausto nucelar).
A história por sua vez, nos remete também de outro filme pós-apocalíptico, Wall-E, além de algumas ficções científicas que não citarei aqui para não estragar as surpresas do filme (que são muitas, diga-se de passagem).
Não é um filme que marca a memória, nem que prenda a atenção, apesar de exigi-la, já que ao perder alguma informação é bem capaz de que você fique sem entender o resto, principalmente da metade para o final do filme, quando as já citadas reviravoltas começam e não param até a última cena.
Apesar de ter como promessa (até pela escalação de um dos ícones de ação como protagonista) cenas de ação, estas se resumem a tiroteios xoxos e curtos, tirando uns pouquíssimos momentos de tensão atmosférica, quando Jack explora no escuro, que tem até um suspense interessante.
O que eu achei?
Eu diria que é um filme bem, bem mediano. Apesar de parecer bastante com outras já mostradas por aí, a atmosfera é até bem criada e junto de uma fotografia competente, mas sem novidades, graficamente o filme agrada. A trilha sonora e os efeitos de som também fazem um ótimo trabalho, tirando talvez o som dos drones, que eu simplesmente não gostei e achei pouco criativo. O contexto da história e as reviravoltas foram até interessantes, mas nada gritante ou que mereça muito alarde ou destaque.
No campo das atuações, quem me chamou atenção foi Andrea Riseborough, como a centrada Victoria. Sua personagem aliás, é a mais interessante e desenvolvida. Já o resto do triângulo amoroso principal, Cruise (trabalhando aqui no automático) e Olga Kurylenko ( a mesma cara de espanto/sofrimento filme todo) são personagens bem rasos, que falham ao tentar emocionar e os dois estão completamente sem química. O que dizer de Morgan Freeman e Nikolaj Coster-Waldau (o Jaime Lannister da série Game of Thrones) que são subaproveitados, papéis totalmente dispensáveis e curtos.
Os simbolismos do filme são fracos e podem passar despercebidos que não farão diferença na interpretação nem no aproveitamento do filme. As cenas de ação, como já dito, não empolgam, não inovam, são só um bocado de tiros e explosões.
A meia hora final de filme pode fazer quem está assistindo se perder no meio de tantos flashbacks e reviravoltas (essas pelo menos são até plausíveis e não Deus Ex Machina, nem coisa do tipo, como alguns sci-fis) o que atrapalha a compreensão total da história, ainda mais para os desatentos que se deixaram algo passar vão ficar completamente perdidos.
Em resumo, o filme não traz novidade nenhuma, não é daqueles que te faz vidrar os olhos na tela, mas também não é nenhum martírio assisti-lo.
Em uma Nota?
6,0. – Porque eu estou de bom humor ;P
Uma curiosidade legal?
O roteiro do filme é inspirado numa HQ de mesmo nome, escrita pelo próprio Joseph Kosinski e por Arvid Nelson, que nunca foi publicada.
Ao lado de Victoria (Andrea Riseborough), sua companheira, tanto profissional quanto romanticamente, ele monitora e faz a manutenção de alguns drones de segurança que o planeta possui, programados para proteger estações que sugam o que resta das água do planeta, gerando energia para uma estação espacial chamada Tet (que comanda,monitora e auxilia o trabalho de Jack e Victoria, e recolhe sobreviventes humanos) e também para Titã, a maior lua de Saturno, onde os sobreviventes terráqueos passaram a viver.
Faltando apenas duas semanas para abandonar o planeta condenado, os dois enfrentam uma série de complicações, dezenas de eventos problemáticos, principalmente o surgimento de uma câmara com uma mulher que Jack andava sonhando(Olga Kurylenko), apesar de não se lembrar de como a conhece, já que as memórias dele e de Victoria foram apagadas com o objetivo de que eles não passassem informações aos “Saqueadores” (os alienígenas invasores que restaram. Eles sabotam os drones e as estações de sucção de água sem nenhum motivo aparente) e comprometer sua missão.
Como realmente é?
Um sci-fi bem pouco original. O visual lembra o trabalho anterior de Kosinski (Nos prédios e veículos, só que a presença massiva de cores neutras deixa bem mais sem graça que os de Tron- O Legado) e lembra também outros trabalhos de ficção científica, como o recente Prometheus , os antigos Planeta dos Macacos e Mad Max, além de outras mídias como a série de TV da NBC Revolution e o ainda inédito jogo The Last of Us ( No visual da terra devastada, pós destruição da Lua, invasão alienígena e holocausto nucelar).
A história por sua vez, nos remete também de outro filme pós-apocalíptico, Wall-E, além de algumas ficções científicas que não citarei aqui para não estragar as surpresas do filme (que são muitas, diga-se de passagem).
Não é um filme que marca a memória, nem que prenda a atenção, apesar de exigi-la, já que ao perder alguma informação é bem capaz de que você fique sem entender o resto, principalmente da metade para o final do filme, quando as já citadas reviravoltas começam e não param até a última cena.
Apesar de ter como promessa (até pela escalação de um dos ícones de ação como protagonista) cenas de ação, estas se resumem a tiroteios xoxos e curtos, tirando uns pouquíssimos momentos de tensão atmosférica, quando Jack explora no escuro, que tem até um suspense interessante.
O que eu achei?
Eu diria que é um filme bem, bem mediano. Apesar de parecer bastante com outras já mostradas por aí, a atmosfera é até bem criada e junto de uma fotografia competente, mas sem novidades, graficamente o filme agrada. A trilha sonora e os efeitos de som também fazem um ótimo trabalho, tirando talvez o som dos drones, que eu simplesmente não gostei e achei pouco criativo. O contexto da história e as reviravoltas foram até interessantes, mas nada gritante ou que mereça muito alarde ou destaque.
No campo das atuações, quem me chamou atenção foi Andrea Riseborough, como a centrada Victoria. Sua personagem aliás, é a mais interessante e desenvolvida. Já o resto do triângulo amoroso principal, Cruise (trabalhando aqui no automático) e Olga Kurylenko ( a mesma cara de espanto/sofrimento filme todo) são personagens bem rasos, que falham ao tentar emocionar e os dois estão completamente sem química. O que dizer de Morgan Freeman e Nikolaj Coster-Waldau (o Jaime Lannister da série Game of Thrones) que são subaproveitados, papéis totalmente dispensáveis e curtos.
Os simbolismos do filme são fracos e podem passar despercebidos que não farão diferença na interpretação nem no aproveitamento do filme. As cenas de ação, como já dito, não empolgam, não inovam, são só um bocado de tiros e explosões.
A meia hora final de filme pode fazer quem está assistindo se perder no meio de tantos flashbacks e reviravoltas (essas pelo menos são até plausíveis e não Deus Ex Machina, nem coisa do tipo, como alguns sci-fis) o que atrapalha a compreensão total da história, ainda mais para os desatentos que se deixaram algo passar vão ficar completamente perdidos.
Em resumo, o filme não traz novidade nenhuma, não é daqueles que te faz vidrar os olhos na tela, mas também não é nenhum martírio assisti-lo.
Em uma Nota?
6,0. – Porque eu estou de bom humor ;P
Uma curiosidade legal?
O roteiro do filme é inspirado numa HQ de mesmo nome, escrita pelo próprio Joseph Kosinski e por Arvid Nelson, que nunca foi publicada.


